
Reflexão sobre a aprendizagem
O que aprendemos sobre currículo por projetos com o uso de tecnologias neste eixo?
“Aprendi com Thurler (2001) que um projeto tem mais chance de se concretizar quando seus objetivos são realistas.”
Que o uso do computador e de filmagens ajudam a manter a memória dos conhecimentos, atitudes, valores e procedimentos, enfim registram as mudanças, ou seja, a tecnologia torna-se “a memória” do processo, a ação, o produto envolvido em um projeto e explicita os conhecimentos, isto é, o currículo, desde que ele seja construído na ação.
O currículo deve estar aberto às experiências de vida de forma prática, atuante e tangível, preparando o aluno para a vida com as competências técnicas e interagindo no meio em que ele vive.
Aprendi que a flexibilização curricular torna adequada a trajetória de uma sociedade complexa e torna o currículo um processo vivo, mutável, adaptável.
Paulo Freire já disse que “a educação é progressiva, voltada para o contexto, uma reconstrução contínua da experiência.”
Relembrando Kilpatrick, “a própria vida é feita em projetos.”
Que sentido tem a vida se não temos projetos e se como educador não temos um currículo ao menos que nos aponte o começo da estrada? De que interessa o computador e a internet se não os utilizarmos em prol do processo ensino-aprendizagem?
Meu feedbeck: Nesse eixo analisei que meu maior defeito é não coordenar bem o meu tempo, que preciso articular mais o meu tempo; é difícil conciliar tantas coisas, eis um desafio que tenho que vencê-lo.
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