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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Semeando o Futuro



Durante o estudo do Eixo 3 achei alguns fatos bastante complicados:
1º não ter como acessar as atividades e xerocopiá-las, como de costume;
2º as atividades não estavam claras para mim, era como caminhar segurando uma vela que ora se apagava, ora se acendia.
3º O estudo do Mapa Conceitual que eu já havia visto, mas não com profundidade complicou ainda mais; elaborá-lo, foi torturoso.
Durante todo o curso, confesso que por vezes tive vontade de desistir: muito texto para ler e reler e olha que gosto de ler, muita tarefa para fazer e refazer o que nem sempre é agradável e o tempo permite, a internet da minha casa muitas vezes lenta e fora do ar, e eu perdendo textos e tempo, e todas as vezes que tive curso tive que pagar substituta, enfim um acúmulo de coisas para assimilar, cumprir, guardar, agir, Refletir...
De tudo tenho certeza houve aprendizagem. Claro que não foi cem por cento, nem seria arrogante de querer tanto, mas o pouco que houve ficará e me ajudará no meu cotidiano como profissional e como ser humano.
Hoje sei que “revisar envolve imprimir um novo olhar sobre uma ação já vivida, implica fazer uma releitura, reflexão sobre ações desenvolvidas no projeto e esse processo reflexivo é fundamental para a compreensão da própria ação e para a sua re(construção)”.
Que como educador temos que estar atentos para a reflexão na ação quando não se está encontrando respostas para as situações inesperadas que surgem no presente então é momento de criar novas estratégias uma vez que a aplicação do método não está produzindo resultado desejados. È necessário que o processo seja construído de forma sistematizada reflexão-sobre-ação.
Que o aluno aprende muito com projeto desde que o conteúdo tenha incorporado às estruturas de conhecimentos adquiridas de significados, de relações de algo conhecido, o professor precisa valorizar o conhecimento prévio do aluno.
O Currículo e as TIC abriram um novo olhar para educação, um caminho dinâmico, uma conexão que ajuda a registrar os processos envolvidos explicitando os conhecimentos trabalhados, tornando as aulas mais interessantes. As TIC devem complementar os currículos com estratégias diversificadas, planejadas, consistentes, atraentes, fundamentas, e não como tapa-buraco.
O currículo transforma e é transformador e deve preparar o aluno para a vida e as tecnologias fazem parte dessa vida, é claro.
Finalizando só não quero mais é fazer paralelamente dois cursos com a dimensão e a complexidade do Elaboração de Projetos e Tecnologias na Educação: Ensinando e aprendendo com as TIC, pois são ótimos e merecem dedicação total, pois assim a aprendizagem também será melhor, mas como escreveu o grande escritor português Fernando Pessoa “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena.”

Sandra Lucia Rodrigues Ferreira
23/05/2010
13:05 H

Tecnologias


Os recursos tecnológicos vieram somar ao currículo, vieram contribuir, abrir um leque de possibilidades para nós que buscamos algo diferenciado para o cotidiano escolar. As TIC assumem a cada dia uma importância muito grande na integração currículo-TIC-planejamento. Só não podemos esquecer como nos relata o Eixo 3
“...é necessário que estejamos sempre atentos a reflexão-sobre-ação...”
O desenvolvimento tecnológico, a internet, a globalização, provocaram transformações radicais nas sociedades de forma geral, na maneira do homem conceber a si e ao mundo,e nas suas relações, e o espaço escolar mais o currículo não poderiam de forma alguma ficar fora de tudo isso, com certeza um bom planejamento, consistente, com estratégias bem definidas e muita boa vontade tem tudo para dar certo; lembrando que, ainda temos que construir uma visão clara no nosso aluno da tecnologia como sendo um meio e não como um fim, e aí garantiremos um estudo de qualidade melhor para a nossa e as próximas gerações.

sábado, 24 de abril de 2010

O Currículo e suas características



Refletindo sobre a questão como se caracteriza o currículo que se desenvolve com o uso de computadores e internet nas atividades de sala de aula vejo que como foi explicitado no eixo 2 “o currículo é um conjunto de experiências de aprendizagem, processo intencional e prático no qual os principais atores, são os professores e os alunos; que o currículo transforma e é transformador” e que portanto, os computadores e a internet vieram para contribuir de forma positiva e dinâmica.
Métodos, conteúdos, estratégias, tempos para atividades disciplinares, o resgate da ética, da diversidade, atitude, comprometimento, engajamento dos valores a serem vividos, a internet e o computador só vieram agregar uma gama de possibilidades, mas para isso, é óbvio, o professor têm que se dispor arduamente a acompanhar a evolução da Geração N (nativos digitais) com persistência, planejamento e espírito inovador.

Um pouco de contradição
Música: O Homem Virtual

Letra e Música: André de Souza e Milena Alvim Grazziolin

O homem virtual: em seu mundo digital
Passa o tempo todo desligado do mundo real,
Acha quer é normal, cem por cento racional,
Mas não sabe o quanto isso está lhe fazendo mal.

Ele domina a tecnologia
Mas é escravo do monstro que cria.
Deixa sua vida passar a largo
E o que lhe sobra é um fruto amargo.

Não vê a realidade
Que está ali,
Sabe tudo que se passa mas não sabe de si.
Não cuida do corpo,
Nem da sua saúde:
Se alimenta muito mal, só come fast-food.

Com as máquinas lida muito bem -
Fax, mouse, drive, hard disk, modem.
Mas com as pessoas a coisa vai mal:
Seu comportamento é anti-social.

Seus amigos são chats
Os sonhos, disquetes,
Até sua namorada é um site na internet.
Não ouve o pássaro cantar,
Não sente o cheiro da flor,
Vê o mundo pela tela do computador.

Analise de Projeto em ação



1.Nome do cursista: Sandra Lucia Rodrigues Ferreira
2.Identificação do local: Escola Estadual Edmo Teixeira, Iporá – Goiás
Série 7º ano, número de alunos: 25
Número de professores: 03
Áreas de conhecimentos: Línguas e tecnologias
3. Título do projeto: História em quadrinhos - Leitura e produção de textos
4.Características do Projeto: interdisciplinaridade
Disciplinas - Línguas Portuguesa e Inglesa e Arte
Conteúdos envolvidos: leitura, produção/criação, vocabulário em inglês, pesquisa, desenho, pintura de histórias em quadrinhos.
5. Descrição geral: Ações realizadas: Leitura de gibis; filme no Projetor Multimídia; utilização do Lie para leitura e pesquisa; montagem de painel; criação de história em material xerocopiado; registro das ações e divulgação dos trabalhos através da utilização da máquina fotográfica e do meu blog.
Atitudes e valores vivenciados: Interesse e respeito pelo trabalho do colega; divertimento e lazer; aceitação pelo que é “diferente”
6. Tecnologias utilizadas: LIE, máquina fotográfica, Projetor Mutimídia,
7.Comentários: Resultados alcançados: interesse pela leitura e trabalho em equipe, reflexão por parte de nós, professores, mudando algumas estratégias e atividades de acordo com a necessidade da turma, ou seja, reavaliando o projeto, para atender os interesses da turma e os objetivos não foram totalmente alcançados, talvez devido ao tempo, um tanto curto, para tantas ações.enriquecendo do projeto.

Reflexão sobre aprendizagem




Reflexão sobre a aprendizagem
O que aprendemos sobre currículo por projetos com o uso de tecnologias neste eixo?
“Aprendi com Thurler (2001) que um projeto tem mais chance de se concretizar quando seus objetivos são realistas.”
Que o uso do computador e de filmagens ajudam a manter a memória dos conhecimentos, atitudes, valores e procedimentos, enfim registram as mudanças, ou seja, a tecnologia torna-se “a memória” do processo, a ação, o produto envolvido em um projeto e explicita os conhecimentos, isto é, o currículo, desde que ele seja construído na ação.
O currículo deve estar aberto às experiências de vida de forma prática, atuante e tangível, preparando o aluno para a vida com as competências técnicas e interagindo no meio em que ele vive.
Aprendi que a flexibilização curricular torna adequada a trajetória de uma sociedade complexa e torna o currículo um processo vivo, mutável, adaptável.
Paulo Freire já disse que “a educação é progressiva, voltada para o contexto, uma reconstrução contínua da experiência.”
Relembrando Kilpatrick, “a própria vida é feita em projetos.”
Que sentido tem a vida se não temos projetos e se como educador não temos um currículo ao menos que nos aponte o começo da estrada? De que interessa o computador e a internet se não os utilizarmos em prol do processo ensino-aprendizagem?
Meu feedbeck: Nesse eixo analisei que meu maior defeito é não coordenar bem o meu tempo, que preciso articular mais o meu tempo; é difícil conciliar tantas coisas, eis um desafio que tenho que vencê-lo.

Projetos em ação



Eixo 2-Atividade 2.2 Compartilhamento do Projeto em ação
História em quadrinhos – Leitura e produção de textos
Escola Estadual Edmo Teixeira
Sensibilizando os educandos para o tema a ser trabalhado e integrando-os uns com os outros, envolvendos-os e colocando-os em movimentos com intuito de resgatar o interesse pelo conhecimento a ser construído fomos paulatinamente colocando o projeto em ação:
Desenvolvimento da leitura, compreensão, produção, pesquisa, ilustração de história em quadrinho.
As dificuldades encontradas: tempo curto, pois inicialmente o projeto foi previsto para ser desenvolvido em um mês, e devido à urgência em apresentá-lo, eu, Sandra Lucia e a professora regente Cirlene Mendes que o executou tivemos que condensá-lo.
As estratégias utilizadas foram: leituras de gibis, leituras de histórias em quadrinhos no LIE, produção de histórias em folhas xerocopiadas, montagem de painel, filme de história em quadrinho da turma da Mônica no Projetor Multimídia.
Avançamos no interesse e na participação do aluno no tocante ao despertar pela leitura e por uma aula diversificada mesmo versando sobre um mesmo tema.
Os alunos puderam, apesar, de não estar previsto no projeto, ler história em quadrinho em inglês no LIE. (site da turma da Mônica).
Sandra Lucira Rodrigues Ferreira
“Uma ideia pode transformar-se em pó ou magia, dependendo do talento que a tocar.”
(William Bembach)

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Reflexões sobre o curso Elaboração de Projetos


Durante esses dias de estudo muitas coisas pude aprender apesar das minhas dificuldades, foi errando, sofrendo, fazendo e refazendo, dando o máximo de mim, contudo tenho hoje a certeza de que tudo valeu a pena.
Sempre gostei de trabalhar com projetos, mas especificamente projetos de leitura, e poder através deste eixo 1 ver tantas possibilidades e conhecer outras vertentes ajudou-me muito; entender que não posso impor minha idéia ao aluno de forma categórica e sim conquistá-lo, tornará o projeto mais eficiente, interessante, estar preparada para “as pedras no meio do caminho” sabendo retirá-las ou utilizá-las de outras formas, e assim o resultado final terá mais possibilidade de ser positivo e satisfatório.
Concluindo cito um comentário interessante de Paulo Afonso Ronca: “Projeto apóia-se no verbo projetar que, entre outros, tem o significado de entender, prolongar, continuar, espichar. Projeto é, pois, ação continuada, sem final em si mesma e possivelmente provocadora de novas ações. Evidentemente todo projeto inclui o novo, o diferente, possuindo, em seu íntimo. Por um lado certa dose de crítica ao presente, por outro, certa dose de utopia a ser alcançada. (...) Projeto requer dois sentimentos: paciência e persistência (...)”.

domingo, 4 de abril de 2010

Como se trabalha projetos


Segundo a entrevista que Maria Elizabeth Bianconcini de almeida deu a Revista TVEscola Como se trabalha projetos, pude extrair as seguintes considerações: "Os alunos são sujeitos da aprendizagem e tem que ver no professor um parceiro; o aluno tem que ser cativado pelo tema do projeto, este tem que fazer parte do seu interesse, do seu "mundo". As ações são primordiais no projeto e têm que estar abertas, flexíveis ao novo para que a qualquer momento possam ser revistas, reelaboradas, estudadas e até modificadas em prol do desenvolvimento do aluno e para o bem de sua aprendizagem". Achei fundamental quanto ao exclarecimento em que ela afirma que: "há momentos em que o professor precisa dar uma aula interativa, fornecer informações ao aluno, mas o que importaé que isso se faça com vistas a aprendizagem significativa para o aluno." E outro ponto que achei interessantíssimo é que é preciso aprender a conviver.


sábado, 3 de abril de 2010

Máquinas X Sentimentos

"Cada caminho é apenas um entre um milhão de caminhos. Portanto, você deve ter sempre em mente que um caminho não passa de um caminho. Faça uma pergunta a você, e só a você.

É a seguinte: esse caminho tem coração? Todos os caminhos são os mesmos. Não levam a lugar algum. (...) A única pergunta é se esse caminho tem coração. Se tiver, o caminho é bom, se não, não tem utilidade."

O progresso nos levou a uma situação de dubiedade, de um lado uma avanço tecnológico estrondoso, e de outro o avanço da miséria, da violência, de doenças incontroláveis. Sem dúvida um período de transição, Não se trata de um simples momento transitório, de estratégias, de metodologias sofisticadas, mas efetivamente de transformar a escola em um lugar de análise, discussão e reflexão da realidade com o objetivo de encontrar soluções para os problemas que afligem o nosso século, tão moderno, tão cheio de tecnologia, mas tão pobre de sentimentos, e tão cheio de relações humanas superficiais.

O coração nos dirá o momento em que tecnologia e emoção deverão se unir pela Educação.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Começando a navegar


"Gostar do que se faz é a receita para vencer qualquer desafio."

Estamos vivendo um período de transição. A velocidade das informações é assustadora. A realidade exige de nós profissionais da área da educação, habilidade e agilidade para lidar com as novas tecnológias em prol do nosso educando, mas não podemos perder tempo. A vida continua evoluindo, projetos são criados diaria e exautivamente; precisamos refletir para não cairmos na mesmice,caso contrário até os projetos se tornarão chatos, monótonos e sem cumprir seus objetivos e metas.
Nessa avalanche de novidades, "é preciso ensinar a identidade terrena, a paz , a esperança, a ética" e tantos outros valores, prever ações que assegurem aos alunos a rfletirem, envolvê-los enfim, trocar experiências e partilhar o conhecimento adquirido.
Concluindo quero compartilhar uma reflexão de Rubem alves que diz assim:


"Para isso existem as escolas: não para ensinar respostas,
mas para ensinar as perguntas.
As respostas nos permitem andar sobre a terra firme.
Mas somente as perguntas nos permitem entrar pelo mar desconhecido."

Rubem Alves